segunda-feira, 19 de janeiro de 2009


Eu desejo ter muita cultura.E vestidos, sapatos, perfumes e...bolsas também.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Eu Recomendo!!!

“Gota D‘Água – Uma Tragédia Brasileira”
Chico Buarque e Paulo Pontes

“Deixa em paz meu coração
Que ele é um pote até aqui de mágoa
E qualquer desatenção
_ faça não
Pode ser a gota d‘água”


Peça teatral escrita em 1975 e publicada em livro no mesmo ano.
Os autores se inspiraram na adaptação feita por Oduvaldo Vianna Filho da tragédia de Eurípides, Medeia, para a televisão.
Joana, Jasão e seus dois filhos vivem no conjunto habitacional Vila do Meio Dia, e assim como seus vizinhos pagam com dificuldade as pesadas parcelas do apartamento á Creonte, o dono dos prédios.
Contudo, Jasão que aspira ser um cantor de sucesso, passa a ser empresariado por Creonte e viver um romance com sua filha Alma, abandonando a família.
Joana acaba por ser expulsa da Vila e para vingar-se (ou não) do ex-marido mata os filhos e suicida-se.
Não fica completamente claro se o ato de Joana é um ato desesperado, cuja intenção é poupar os filhos do sofrimento da fome, ou é de fato vingança como ocorre no caso da tragédia grega.
E talvez seja justamente a dualidade presente nos intensos sentimentos de Joana que torne esta trama tão humana, tão próxima das nossas virtudes e misérias.
A peça possui uma linguagem atual e aborda com dignidade os temas ligados á desigualdade social, aos problemas de moradia e o caráter exploratório do capitalismo.

P.S.: Um livro com poucas páginas, dá pra ler em um dia.
Você viaja de trem até a Luz: pronto!
Já leu a metade!
Na volta, lê a metade que resta.
Rápido, fácil e indolor!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Nina Pandolfo



ADoro estas figuras tão doces, ingênuas e levemente sensuais...
A imagem acima é de Nina Pandolfo, que iniciou seu trabalho nas ruas de são Paulo, ao lado de seu marido Otávio Pandolfo que compõem a dupla Osgêmeos.
Nina vendeu, merecidamente, suas obras por até 10.000 dólares na amostra "Aos Nossos Olhos"- Galeria Leme, Butantã.
E pensar que o trabalho desta artista (e de tantos outros grafiteiros)que enobrecia gratuitamente as ruas cinzas da cidade já chegou a ser apagado dos muros pela Prefeitura.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Estou muito feliz pela indicação da Camila do Brainstorm insensatez para ganhar este meme.
Muito Obrigada Camila!!!


Regrinhas do meme:

1. Linkar a pessoa que te indicou.
2. Escrever as regras do meme em seu blog.
3. Indicar mais quantas pessoas você quiser e colocar os links no final do post.
4. Deixe a pessoas saber que você a indicou, deixando um comentário para ela.
5. Fique à vontade, você pode pegar o código no menu e colar em seu blog ou artigo e colocar um link.

Os indicados são:
Meio Pau! por Thiago Almeida
Publicando! por Airton

domingo, 28 de dezembro de 2008

Mulher

Mulher
Porque escolhi ser mulher e não porque meu sexo me determina isso.
Não sou subjugada pela minha genitália e nem por nenhuma condição social que me imponha ser ou não mulher.
Sou mulher porque adimiroo que há de complexo e misterioso em ser mulher.
Não a mulher que vive a margem de si própria e de todas as inumeras convenções que lhe determinam o que é ser mulher.
Não me interesso por automóveis tampouco por eletrodómesticos.
Me interesso pela maternidade,
mas não me julgo superior ao homem por possuir um útero.
Não gosto de ser tutelada, mas adimito minha fragilidade física e gosto que seja ela respeitada.
Sou mulher.
Não sou feminista.
O femenismo nada mais é do que o machismo inverso e novamente uma forma de viver condicionada ao gênero.
Contudo me envergonho daquelas que se dizem mulheres, acreditando que par tanto é necessário abrirem mão da sua libedade.
Vivem em função do feminino.
Do bom comportamento
da servidão;
do comedimento.
Ou mesmo daquela que acedita que ser mulher exige um tipo de perfeição inatingivel.
Sendo estas constantemente mutiladas ao tentar se encaixar em um perfil de "mulher moderna",
que lhes exige habilidades multiplas.
Gosto de ter companhia,masescolhi não me casar.
Gosto de trabalhar.Mas não faço disso um instrumento de aceitação social, ou para ser igual ou melhor aos homens.
Não preciso provar a homem ou mulher alguma absolutamente nada.
sou mulher.
E me entrego inteira e verdadeira aos meus desejos e paixões.
Não me sinto nunca usada.
Não uso ninguém.
O ato sexual para mim~não é em hipótse alguma objeto de barganha.
Não condeno a prostituição.
No entanto ponho em pé de igualdade a messalina da calçada que oferece seu corpo por dinheiro e a dona de casa que se submete ao marido em troca do seu seu sustento.
Homens ou mulheres não devem ser além daquilo que querem ser.
Nem mesmo homens ou mulheres.